Cliente da agência Soure, Albertino Moura, morador do município Chaves, na Ilha do Marajó-PA, foi o primeiro cliente da unidade a assinar a operação Pronaf Custeio, realizada através do App Basa Digital. A operação foi realizada no dia 28 de abril, com a parceria do escritório da Emater-PA de Santa Cruz do Arari. A proposta foi tramitada e analisada por meio do aplicativo que promove a inclusão rural no mercado financeiro e facilitar o acesso ao crédito.

De acordo com a gerente geral da agência Soure, Neuma Bastos, a unidade já contratou por meio do Basa Digital, mais de 300 operações na linha Pronaf B, totalizando R$ 750 mil. “Inicialmente, a plataforma estava disponível para atender somente a linha de crédito rural Pronaf B, e agora conforme objetivo de expansão gradativa, a ferramenta está parametrizada para atender também, a linha de crédito Pronaf Custeio, para operações de até 25 mil reais”, comentou a gestora.

Neuma Bastos explica que o Basa Digital vem trazendo agilidade e promovendo maior acessibilidade ao crédito, em especial no caso da região marajoara onde há vários municípios distantes de uma agência. “Os parceiros, como a Emater-PA, podem tramitar as propostas sem precisar se deslocar até à unidade do Banco e assim atender várias comunidades ribeirinhas que vivem em locais longínquos”, concluiu.

A região em que se localiza a floresta Amazônica é considerada umas das zonas mais ricas de todo o planeta. Abundante incidência solar, em água potável e em biodiversidade, a Amazônia é um tesouro vivo que precisa ser bem cuidado e conservado.

Infelizmente, nos últimos tempos, as notícias que surgem diante do que acontece por lá não são positivas. Entretanto, no meio da negatividade, surgem iniciativas e projetos com o objetivo de manter o patrimônio e promover o desenvolvimento socioeconômico da região e, ao mesmo tempo, garantir que seja um desenvolvimento sustentável, tanto em termos ambientais quanto sociais.

O que é a Amazônia Legal?

É neste contexto que nasceu a Amazônia Legal. Depois de uma análise da estrutura e da atual conjuntura da região, notou-se uma necessidade de desenvolver a região delimitada por questões sociopolíticas e não exclusivamente geográficas.

Para se ter uma ideia, a floresta amazônica ocupa em torno de 49% do território brasileiro e está presente em 8 países vizinhos.

Entretanto, a Amazônia Legal vai além:

Para auxiliar no entendimento da magnitude, do valor e da importância da região, listamos aqui os nove estados em que a Amazônia Legal vai impactar. São eles:

O Desenvolvimento da Amazônia Legal

Para incorporar a região que sempre foi pouco povoada e pouco desenvolvida, a Lei 1.806, de 06/01/1953 anexou à Amazônia Brasileira, os estados do Maranhão, Goiás e Mato Grosso.

O recurso criado pela lei também definiu que a área seria denominada de Amazônia Legal, e por meio dela os esforços para combater o subdesenvolvimento econômico seriam concentrados naquela parte do país.

Em 1966 surge a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), órgão que gerencia programas e planos de outros órgãos federais, tanto no planejamento quanto na execução das atividades.

A atual forma geográfica e política da Amazônia Legal foi definida pela Constituição de 1988, que incluiu Tocantins, Roraima e Amapá. Hoje a região é de responsabilidade de uma nova gestão da SUDAM, uma autarquia federal criada pela Lei Complementar n°124, de 3 de janeiro de 2007 e vinculada ao Ministério da Integração Nacional.

Os principais desafios

Como já foi dito anteriormente, os impactos ao meio ambiente provocados por tentativas de desenvolvimento e integração da região amazônica à economia brasileira são sentidos e serão sentidos durante algum tempo.

A exploração de madeira, avanço na criação de gados e plantações são os principais responsáveis pelo extermínio do ecossistema. O Brasil ainda carece de tecnologias, conhecimento e até mesmo bom senso para que os recursos naturais sejam aproveitados de maneira sustentável e não predatória, como é hoje.

Somado às questões anteriores, também há o crescimento de projetos voltados para a produção de energia por meio de hidrelétricas e na mineração. Ambos, com ocorrência até em áreas protegidas, também aceleram o processo de destruição da Amazônia, das suas espécies e de terras e tribos indígenas.

O conflito de interesses na região é grande e atrai interessados em aspectos como:

E outros.

Os benefícios do Banco da Amazônia para a Amazônia Legal

A história do Banco da Amazônia está diretamente relacionada com o desenvolvimento econômico da região amazônica nas últimas seis décadas.

O Banco foi criado em 9 de julho de 1942 com o nome de Banco de Crédito da Borracha. Sua missão era financiar os seringais da região, a fim de abastecer os países aliados durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1950, através do Lei nº 1.184, de 30 de agosto, o governo federal transforma o Banco de Crédito da Borracha em Banco de Crédito da Amazônia S.A, ampliando o financiamento para outras atividades produtivas e assumindo contornos pioneiros de banco regional misto, a partir da implementação do Primeiro Plano de Valorização Econômica da Amazônia e dos novos pólos de crescimento propiciados pelo Governo Juscelino Kubitscheck com a abertura da rodovia Belém-Brasília.

Em 1974, é alçado a agente financeiro do Fundo de Investimento da Amazônia (Finam), administrado pela Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), atuando na expansão da fronteira agrícola e no avanço da industrialização regional.

Como gestor do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), criado em 1989, possibilita aos mini, micro e pequenos produtores e empresários da região o acesso a uma fonte permanente e estável de financiamentos de longo prazo, com encargos diferenciados, resultando no crescimento de postos de trabalho e da geração de renda.

Atualmente, com uma atuação voltada para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal, por meio da definição de critérios rigorosos na análise do crédito. Modernização tecnológica, expansão da rede de atendimento e foco em soluções financeiras para o cliente, tanto Pessoa Física como Pessoa Jurídica. 

Em 2002, a Instituição deixou de usar a antiga sigla BASA para reforçar o nome da Amazônia para investidores internacionais e o importante papel do Banco para o crescimento econômico da região, baseado na sustentabilidade.

No entanto, em 2019, o Banco da Amazônia volta a utilizar a sigla BASA, após constatar que ainda é muito forte a percepção que seus clientes têm em relação ao valor dessa marca para o consumo de seus produtos e serviços

O Banco da Amazônia, além de carregar o nome, também carrega a missão de desenvolver a Amazônia Legal de forma sustentável e responsável para que as gerações futuras do Brasil e do mundo possam desfrutar de todas as possibilidades que a maior floresta tropical do planeta oferece.

É cada vez mais presente a aplicação da sustentabilidade corporativa nas empresas. De acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberge), que foi realizada com 105 companhias nacionais e multinacionais, mais de 70% das instituições investem nestas ações para melhorar a imagem e reputação da marca no mercado. 

Tais indicadores só demonstram que as companhias perceberam que adotar uma postura responsável com o planeta e a sociedade é fundamental para a longevidade dos negócios, pois é uma forma das companhias se posicionarem positivamente perante o seu público. 

No post de hoje, mostraremos que as práticas sustentáveis podem ter impacto não só na preservação do ecossistema, mas no bem-estar dos colaboradores e na reputação a longo prazo das organizações. Boa leitura!

Como promover a sustentabilidade nos negócios?

As empresas nascem com o propósito de evoluir e conquistar seu espaço no mercado de trabalho. Neste contexto, são muitos os desafios enfrentados, mas existe um atributo que pode dar a elas vantagem competitiva: a sustentabilidade. 

E para aplicar esse conceito no dia a dia, as instituições precisam levar em consideração os aspectos econômicos, sociais e ambientais, que formam a metodologia chamada Tripé da Sustentabilidade. 

Todos os tópicos que compõem este tripé devem ser geridos com equilíbrio pelos empreendedores. A preocupação com a coletividade, aliada ao cuidado com a natureza, sem deixar de implantar atividades que sejam lucrativas para o negócio, deve ser o pilar no dia a dia das organizações.

Quais são os tipos de sustentabilidade?

Para facilitar sua compreensão e, quem sabe, ajudá-lo a pensar meios de promover a sustentabilidade no seu negócio, separamos abaixo os principais tipos. Confira!

Preservação ambiental

Empresas que se preocupam com os recursos naturais têm perfil inovador, pois estão sempre buscando revisar processos e explorar novas tendências. 

Companhias ecologicamente conscientes conseguem ter profissionais mais engajados na causa, favorecendo a sensação de pertencimento, fazendo com que eles se transformem em multiplicadores do discurso institucional. 

Neste contexto, é possível criar a cultura de responsabilidade dentro da organização e, perante o público externo, você conseguirá consolidar uma reputação ecologicamente correta, o que é extremamente positivo.

Sustentabilidade Corporativa

Empresas com olhar sensível para esta questão investem em benefícios e honram compromissos como pagamento de salários em dia, fato que permite aos colaboradores ter uma vida sustentável em suas respectivas comunidades. 

Tais ações potencializam a lealdade dos colaboradores, impactando positivamente na performance e na criatividade destes profissionais nas suas atribuições. Além disso, eles se sentem mais motivados em participar de projetos mais longevos, com o intuito de contribuir para o sucesso corporativo. 

A motivação no ambiente corporativo faz com que eles propaguem a divulgação dos produtos e serviços nas localidades onde vivem, se transformando em defensores da instituição.

Práticas comerciais responsáveis

As negociações das empresas devem seguir premissas ecologicamente sustentáveis. Portanto, qualquer operação que prejudique a imagem da companhia, por mais lucrativa que seja, precisa ser vetada. 

Neste aspecto, é essencial que se implante uma política dentro da cadeia de suprimentos para garantir uma conduta ética, inclusive na aquisição de produtos ecologicamente corretos e no corte de relações comerciais com fornecedores e países que tenham má reputação em preservação ambiental.

Quais os benefícios da sustentabilidade para as empresas?

A sustentabilidade traz inúmeras vantagens para os setores da sociedade. Veja em quais áreas esse conceito é capaz de chegar:

Esfera social

As atividades de cunho social desenvolvem em colaboradores, gestores e acionistas uma consciência voltada para o desenvolvimento sustentável. 

Os programas educacionais e de inclusão social são ótimos exemplos de promover o amplo acesso a projetos de qualificação por parte dos colaboradores, jovens e pessoas com deficiência, com o intuito de viabilizar o crescimento e contribuindo para seu bem-estar. 

Outra frente de trabalho é o investimento na comunidade do entorno com ações que levem benefícios para os moradores.

Biblioteca comunitária, mutirão de combate à dengue e instalação de coleta de materiais recicláveis são algumas das formas que podem ser exploradas.

Esfera ambiental

Estimular a aplicação de políticas de consumo consciente dos recursos naturais e redução dos impactos das suas atividades ao meio ambiente, são formas de aplicar a sustentabilidades nas localidade de atuação. 

Reduzir os gastos dos insumos, reduzir o volume de resíduos descartados e aplicação de ações como uso racional da água e investimento em fontes de energia renovável são formas de preservar nosso ecossistema.

Esfera econômica

Neste contexto corporativo, nós podemos destacar a abertura para a participação dos clientes e comunidade na elaboração de novos produtos como um dos mecanismos de contribuição na área financeira. 

Tal prática só reforça a transparência da companhia, além de potencializar a participação de todos no desenvolvimento do negócio.

Além disso, a empresa deve trabalhar de forma alinhada com obrigações ambientais como Política Nacional de Resíduos Sólidos, e o transporte seguro de resíduos entre outros.

Como investir em políticas de sustentabilidade com eficiência?

É fundamental contar com parceiros na hora de aplicar políticas de sustentabilidade no seu dia a dia.  

O Banco da Amazônia é uma instituição que acredita no empreendedorismo consciente como um dos principais mecanismos para fomentar políticas de geração de riqueza em parceria com a natureza, visando o bem-estar da população e dos negócios. 

A consolidação desse novo paradigma é um dos pilares da sua gestão, que está direcionada em atender não só o interesse dos seus acionistas, mas também dos colaboradores, dos órgãos governamentais e não-governamentais, das comunidades onde atuam e, enfim, de toda a coletividade. 

Neste contexto, as políticas de sustentabilidade do banco têm o propósito de prestar contas e manter relações duradouras e transparentes junto aos seus públicos de interesse. 

Conclusão

A proposta deste post é mostrar que equilibrar ações que visem o lucro e o bem-estar social é o melhor caminho para consolidar um negócio duradouro e rentável. 

Seu negócio tem, no BASA, um grande aliado. Se precisar de ajuda, não perca tempo e entre em contato com nossa equipe! Será um prazer atendê-lo.



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