Quando se fala em desenvolver o agronegócio regional, o Banco da Amazônia está conectado à ideia. E, por isso, a Instituição está com um estande virtual no Conecta Sebrae Agrolab Amazônia, evento que começou na terça-feira (22/09), de forma totalmente digital, promovido pelo Sebrae em Rondônia. Pensado para ser o maior evento do agronegócio da Amazônia, o Agrolab está sendo acompanhado de perto pela Superintendência Regional de Rondônia.

De acordo com o superintendente de Rondônia, Diego Campos, esta feira se tornou uma tradição no estado de Rondônia e ganhou conotação internacional com a participação dos países andinos próximos. “É uma vitrine tecnológica do agronegócio para Rondônia. A participação do Estado é efetiva e das instituições financeiras, também. É o marco de largada para as exposições feiras municipais no Estado o que, em termos financeiros, representa alavancagem dos negócios no Agro”, informou.

No estande virtual do BASA, o visitante pode encontrar linhas para financiar máquinas, equipamentos, caminhonete standard, custeio e energia verde (PF e PJ). Também estão à disposição do público as linhas do PRONAF Agroindústria, PRONAF Mais Alimentos, Giro Produtor Rural e Amazônia Sustentável Não Rural (PJ) e Crédito Comercial. Além da Feira do Agronegócio, há palestras, rodadas de negócio nacional e internacional e fóruns de discussões. Para visitar o estande e participar das demais programações, clique aqui. O Conecta Sebrae Agrolab Amazônia vai até amanhã, dia 24 de setembro.

A partir da próxima terça-feira, 1º de setembro, até o dia 19 de novembro, micro e pequenas empresas que estão em dificuldades por conta das restrições impostas pela COVID 19 têm mais uma oportunidade para contratarem crédito barato e facilitado junto ao Banco da Amazônia (Basa), principal agente de fomento do Governo Federal na região Norte. Foram liberados para a instituição mais R$ 282 milhões por meio do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), solução de crédito criada no último mês de maio para auxiliar os empreendimentos de pequeno porte que estão com problemas de operação desde que a pandemia começou no país. 

A grande novidade dessa nova rodada de crédito é o teto para contratação, estipulado pelo Governo Federal em até R$ 87 mil por empresa. “O limite do ticket médio amplia a assistência creditícia, significando mais empreendimentos com portas abertas e mais empregos sendo preservados, o que é positivo para a economia e toda sociedade”, ressalta Nélio Gusmão, gerente de Pessoa Jurídica do Banco da Amazônia, que relatou, ainda, que a instituição espera atender mais 3.500 empresas com o Pronampe. 

Com esse novo aporte, o Basa ultrapassará a soma de meio bilhão de reais em investimentos com recursos do Pronampe em negócios de pequeno porte, considerando que a instituição já injetou R$ 257,5 milhões na economia regional com essa linha de financiamento, em 1.410 contratos firmados em todos os estados da Amazônia Legal, sendo que, do aporte inicial, R$ 119,7 milhões foram contratados por empresas no Pará e Amapá, R$ 35,2 milhões em Rondônia, R$ 33,9 milhões no Amazonas e Roraima, R$ 32 milhões no Tocantins, R$ 23 milhões no Acre, R$ 8,9 milhões no Maranhão e R$ 3,7 milhões no Mato Grosso. 

CRÉDITO BARATO E FÁCIL 

Os recursos do Pronampe podem ser usados para capital de giro e têm como principal atrativo os encargos financeiros reduzidos e a facilidade para contratação. Os juros são variáveis, compostos pela SELIC (atualmente em 2% a.a.) mais 1,25% ao ano. Com 36 meses para quitação, já incluindo a carência de oito meses para iniciar o pagamento, as operações do Pronampe podem ser contratadas apenas com o aval dos sócios, reduzindo, assim, os custos cartorários e o tempo para a operação do negócio. Se o tomador já tiver cadastro no Basa, basta apresentar em sua agência de relacionamento as informações do e-cac. 

Podem fazer uso do Pronampe as micro e pequenas empresas com faturamento até R$ 4,8 milhões. Para quem ainda não é cliente do Basa, as informações sobre faturamento precisam estar contidas no documento encaminhado pela Receita Federal às pessoas jurídicas, de acordo com a portaria RFB nº 978, de 8 de junho passado. De posse da informação oficial, o empreendedor pode se dirigir ao Banco da Amazônia para contratar o financiamento. 

Para conseguir o crédito, o tomador deve preservar o quantitativo de empregados de sua empresa em número igual ou superior ao que tinha até o dia 18 de maio de 2020, data em que Governo Federal publicou a Lei nº 13.999, do Pronampe. E o empreendedor também não pode ter condenação relacionada a trabalho em condições análogas as de escravo ou infantil.  As agências do Banco da Amazônia seguem todos os protocolos de segurança para melhor atender os clientes. Para saber mais sobre o PRONAMPE, acessar www.bancoamazonia.com.br

Na manhã desta terça-feira, 25, a Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (FAEPA) realizou, em parceria com o Banco da Amazônia (BASA), a Reunião sobre Reforma Tributária e linhas de crédito para o Agronegócio. Dentro da programação, houve o planejamento do Plano Estadual de Aplicação dos Recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) para o Estado do Pará para 2021. A reunião foi transmitida via Youtube para todo o Estado pelo canal do Sistema Faepa/ Senar.  

Foram convidados para o evento secretarias governamentais, Institutos de Pesquisas, Federações e representantes dos segmentos produtivos diretamente envolvidos com o processo de desenvolvimento sustentável do Estado, que vêm contribuindo para a formulação dos Planos em toda a Amazônia Legal.

O superintendente regional do Pará e Amapá, Edmar Bernaldino, apresentou o Painel “Planejamento para aplicação de Recursos do FNO” que teve a finalidade de mostrar as potencialidades econômicas do Pará e de buscar subsídios para a elaboração do Plano Estadual de Aplicação dos Recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) para 2021. “Esperamos ter contribuições dos representantes dos segmentos governamental e produtivo diretamente envolvidos com o processo de desenvolvimento sustentável do Estado, a fim de que se alcance maior eficiência e eficácia na alocação dos recursos”, comentou.

Durante o evento, o Superintendente do BASA do Pará e Amapá, Edmar Bernaldino, mostrou as oportunidades em infraestrutura que totalizam investimentos na ordem de R$ 35,2 bilhões em obras como: o Canal do Quiriri, o Projeto Ferrogrão; as Concessões BR-158, BR-163 e BR-230; e a prorrogação do contrato da Estrada de Ferro Carajás.

Dentre as potencialidades regionais citadas foram: indústria de base tecnológica, indústria, comércio e serviços, agroindústria do pescado, saneamento básico, turismo (região do Guajará); açaí, ovinocaprinocultura e bubalinocultura (corte e leite), agroindústria do pescado, aquicultura e turismo (região do Marajó); polo oleiro-cerâmico; apicultura, avicultura, horticultura, fruticultura, mandiocultura, pecuária (região do Guamá). Também foram apresentadas as potencialidades para as regiões do Rio Caeté, Rio Capim, Baixo Amazonas, Lago de Tucuruí, Carajás, Araguaia, Xingu e Tapajós.

O superintendente Edmar Bernaldino reforçou a importância da realização de um trabalho em parceria voltado para atender os municípios estagnados para que a população destas localidades tenha acesso ao crédito com agilidade e eficiência. “O BASA está incorporado ao pilar crédito dentro do plano Pró-Pará apresentado pela FAEPA. Assim, vamos continuar trabalhando para que aumente ainda mais as contratações no Estado”, finalizou.

De 05 de agosto a 20 de setembro, interessados poderão se inscrever por e-mail para disputar um patrocínio da Instituição em projetos culturais, sociais, esportivos, ambientais, congressos e exposições

Com o valor de R$ 3,20 milhões disponíveis para patrocinar projetos dos mais variados segmentos da Região Norte, o Banco da Amazônia vai abrir inscrições a partir do dia 5 de agosto para três editais de seleção de projetos para 2021. Os Editais são: de Chamada Pública Lei de Incentivo à Cultura, de Pautas do Espaço Cultural, também denominado “Prêmio Banco da Amazônia de Artes Visuais” e o de Patrocínios 2021.

O secretário executivo da instituição, Alcir Erse, informa que os segmentos contemplados são culturais, sociais, esportivos, ambientais, exposições e congressos. “Os projetos inscritos devem apresentar uma vertente que favoreça a sustentabilidade da região Amazônica em suas áreas de atuação, seja no esporte ou na cultura. O candidato a ser patrocinado pelo Banco deve observar os critérios dispostos nos Editais, disponíveis no site institucional do Banco”, comentou.

Editais de Patrocínio: as inscrições serão por e-mail

Em função da pandemia do COVID-19, as inscrições são gratuitas e por meio eletrônico, EXCLUSIVAMENTE para os e-mails:

Edital de Patrocínios:

edital.patrocinios@bancoamazonia.com.br

Chamada pública lei de incentivo à cultura:

edital.incentivocultura@bancoamazonia.com.br

Edital de pautas do espaço cultural:

edital.espacocultural@bancoamazonia.com.br.

O período de inscrições é de 05/08/2020 a 20/09/2020. Serão aceitas as inscrições realizadas por via eletrônica, até as 23h59 do dia 20/09/2020.

Quem pode se inscrever?

De acordo com a Coordenação de Patrocínios e Gestão da Marca do BASA, podem se inscrever pessoas físicas e jurídicas. O proponente Pessoa Física deve ser brasileiro nato ou naturalizado, maior de idade, legalmente documentado, com endereço fixo, residente na área de atuação do Banco da Amazônia que é em toda a Amazônia Legal. Já o proponente Pessoa Jurídica deve ser com ou sem fins lucrativos legalmente documentados.

Deverá estar claro no Estatuto Social da Pessoa Jurídica os atos constitutivos do proponente e os objetivos que a entidade pode executar, estando o projeto apresentado de acordo com tais objetivos. O estatuto e atas de diretoria devem estar devidamente registrados em cartório e com prazo de validade atualizado.

Na apresentação das propostas para projetos Ambientais e Sociais, a apresentação de projetos será somente por PJ. Os editais estarão disponíveis no site do BASA (bancoamazonia.com.br) a partir do dia 05 de agosto.

O Banco da Amazônia (BASA) anuncia a realização de novo concurso público para a seleção de profissionais da área de Tecnologia da Informação (TI). A previsão de divulgação do edital está entre o final de 2020 e janeiro de 2021. A organizadora será a Fundação Cesgranrio.

De acordo com o Coordenador de Planejamento de Pessoas, Pablo Nahmias, os aprovados para esta área específica ocuparão o cargo de nível superior de TC – Técnico Científico. “Serão ofertadas cinco vagas para preenchimento imediato, além de cadastro de reserva”, informou.

O coordenador adiantou que o BASA somente iniciará, em 2021, o estudo para realização de novo concurso público para o cargo de Técnico Bancário (TB), o qual exige nível médio. “Somente após esse estudo, será informada a quantidade de vagas, informações sobre a contratação da empresa organizadora e demais informações inerentes ao processo”.

A Gerência Executiva de Gestão de Pessoas informa que, em 2018, o BASA realizou concurso público para provimento do quadro de técnicos bancário (TB) e científico (TC) – TI e médico do trabalho, onde foram ofertadas 46 vagas, sendo 20 vagas para TB, 25 para TC-TI e uma vaga destinada para Médico do Trabalho, além da possibilidade de formação de cadastro de reserva.

O resultado final do concurso público 2018 foi homologado no Diário Oficial da União em 03.07.2018, com validade até 02.07.2019. Posteriormente foi prorrogado por mais um ano, tendo validade até 02/07/2020. Neste certame, foram aprovados 350 candidatos para o cargo de TB e 29 para TC-TI. Porém, não houve aprovados para a área de formação de Médico do Trabalho.

As convocações para suprimento das vagas foram iniciadas em janeiro de 2019. “Já foram convocados 171 candidatos para o cargo Técnico Bancário. Desse total, atualmente há 67 candidatos que estão em processo de contratação”, informou Pablo Nahmias.

Todos os dados referentes às convocações podem ser conferidos em www.bancoamazonia.com.br, na aba concurso público 2018.

Três indígenas pertencentes à Comunidade Xaari e Anauá, da etnia Waiwai, do município de São João da Baliza, localizado no sul do Estado de Roraima, foram beneficiados no dia 09 de julho, pelo Banco da Amazônia (BASA), com a aprovação do crédito com recursos do Pronaf B (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar). A aprovação ocorreu pela primeira vez de modo 100% digital, em parceria com a SEAPA (Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento) do Estado de Roraima.

Esta é a primeira comunidade indígena a ter acesso por meio do Pronaf Digital aos créditos do Programa, operado na região Amazônica pelo BASA. De acordo com o presidente da Instituição, Valdecir Tose, esta ação representa a transformação digital do processo de crédito, com mais agilidade e ampliação do acesso ao crédito com mais rapidez e inovação.

“A contratação foi feita em 48 horas, totalmente através da plataforma BASA Digital para uma comunidade indígena, no extremo norte do país e no dia do aniversário do Banco. Isso demonstra que o Banco vem cumprindo a sua missão social na região Amazônica, promovendo o desenvolvimento sustentável e a inclusão de comunidades que tradicionalmente ficam distantes e com dificuldades de acesso aos serviços bancários”, explica o presidente.

Para o Gerente Geral da Agência Boa Vista, Delvan Silva, o Banco da Amazônia está revolucionando o relacionamento com seus clientes e transformando a maneira como eles acessam crédito.

O técnico da Casa do Produtor Rural – CPR do município São João da Baliza, Oziel Chaves, que acompanhou, juntamente com o coordenador regional de Crédito da SEAPA, Sausalem Bastos, a elaboração das propostas na comunidade indígena, afirmou que os membros da Comunidade Xaari entraram em contato com a Secretaria com o interesse em obter o microcrédito. “Apresentamos a plataforma BASA Digital e eles aceitaram o desafio de participarem deste projeto”, comenta.

O extrativista Valdeci Noro Waiwai foi um dos beneficiados com a aprovação do crédito. Ele se disse estar muito satisfeito e vai utilizar para a compra de todos os insumos necessários para custear o extrativismo, coleta da castanha, cuja safra se inicia neste mês de julho, em Roraima, além de favorecer a produção de outras culturas como banana e mandioca para a produção de farinha. “Achei muito fácil, foi bom para nós, vai apoiar toda a comunidade”, comentou Valdeci, que também é diretor da Associação dos Povos Indígenas Waiwai e Xaari, a qual reúne 84 índios extrativistas.

índio Valdeci. Crédito: Divulgação.

A utilização dessa plataforma em Roraima nasceu em março, durante encontro entre técnicos do Banco e da SEAPA, que visitaram a sede da Instituição para dialogar sobre estratégias para o desenvolvimento da agricultura em Roraima.

De acordo com o secretário da SEAPA, Emerson Baú, a parceria com o Banco é de extrema importância. “Através do Pronaf Digital, conseguimos atender os indígenas. O Banco aceitou o desafio de vir para o interior de Roraima mesmo com pouco acesso à internet”, comentou. Para ele, a instituição é fundamental para o desenvolvimento sustentável e estruturado da Amazônia.

BASA Digital

De acordo com o gerente executivo de Pessoas Físicas do BASA, Luiz Lourenço Souza Neto, o Pronaf Digital integra o projeto BASA Digital que é uma plataforma, composta por uma solução web mais aplicativo e foi desenhado para reduzir a distância entre o produtor rural e a oferta de crédito no Banco. “Buscamos facilitar tanto para a assistência técnica, quanto para o produtor e para o Banco, a aprovação, análise e acompanhamento destes créditos”, explicou.

Lourenço informa que inicialmente, o Banco está operando o Pronaf B, no Pará, na Ilha do Marajó; em Ariquemes-RO, no mês de junho, foi a vez de Roraima, com o apoio da SEAPA, através dos técnicos do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural-DATER que atenderam as comunidades indígena Xaari e Anauá. “Estão em andamento treinamentos com a Assistência Técnica do Acre e nas regiões de Castanhal e Bragança, ambos no Pará”.

“Há uma agenda até o final do ano para a inserção de várias linhas do Pronaf no BASA Digital, dentre as quais são para Custeio, Floresta, Máquinas e equipamentos, Energia Verde e Mais Alimentos”, revelou.

Com R$ 157,7 milhões financiados a miroempreendedores individuais (MEI’s), micro e pequenas empresas, o Banco da Amazônia (Basa) esgotou na manhã desta segunda-feira (14) os recursos do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

Foram 822 operações contratadas nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins com financiamento para capital de giro, recurso utilizado para pagamento de salários, contas de energia e de luz, compra de matérias-primas e de mercadorias.

Um dos empreendimentos atendidos pelo Basa com o Pronampe foi a Cerâmica Moderna de Parintins (Cemopar). Há 40 anos estabelecida no município de Parintins, no Amazonas, a Cemopar solicitou o financiamento para pagar parte dos salários dos 65 empregados da olaria e comprar equipamentos para produção de tijolos, telhas e acabamentos de cerâmica, especialidades da empresa que abastecem, além de Parintins, os municípios amazonenses de Barreirinha, Boa Vista do Ramos e Nhamundá, e Terra Santa e Juruti, no Pará.

“Devido à pandemia, estamos passando por um tempo difícil. Tivemos que afastar funcionários por problemas de saúde e o gasto foi aumentando. Além de que, precisamos adquirir novas máquinas para aumento da produção. O Pronampe foi primordial para esse momento que a empresa está vivendo”, relata Rennan Leite, gerente da Cemopar.

O Basa iniciou as operações com o Pronampe na última segunda-feira, 6 de julho. O sucesso das operações levou a Diretoria do banco a solicitar à instituição gestora do Fundo de Garantia de Operações (FGO) do Pronampe a ampliação do teto financeiro do programa para R$ 350 milhões. O FGO foi o instrumento criado para diminuir os riscos com as operações feitas por meio desse funding.

O presidente do Banco da Amazônia (BASA), Valdecir Tose, apresentou nesta quarta-feira, 08, ao vice-presidente da República, Hamilton Mourão, a atuação da Instituição para o desenvolvimento sustentável da Região Amazônica. A reunião ocorreu na sede da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), em Belém do Pará.

O vice-presidente Hamilton Mourão, que preside o Conselho Nacional da Amazônia Legal, cumpriu agenda em Belém do Pará que incluiu reunião com o governador do estado do Pará, Helder Barbalho, além da visita à Sudam para conhecer a atuação da autarquia no desenvolvimento da região e tratar sobre o Conselho.

Superintendente da Sudam, Paulo Roberto Correa; vice-presidente da República, general Hamilton Mourão e o presidente do BASA, Valdecir Tose

Na ocasião da visita à Sudam, o presidente do BASA, Valdecir Tose, fez uma apresentação sobre a atuação da Instituição na região Amazônica. Iniciou falando sobre a criação do BASA em 09 de julho de 1942 e que está completando 78 anos de contribuição para o desenvolvimento da região, presente nos nove estados da Amazônia Legal, além de São Paulo com 120 agências e responsável por 64% da aplicação do crédito de fomento na Região Norte.

O presidente destacou os números obtidos em 2019, que foram mais de R$ 8 bilhões em contratações de fomento, sendo 60% deste valor aplicados nos negócios de pequenos portes, R$ 4,5 bilhões no agronegócio, R$ 1,5 bilhão em infraestrutura, R$ 101 milhões no Microcrédito Produtivo e Orientado (MPO), criação de aplicativos como o Pronaf e o MPO Digitais, as contratações do Plano Safra anterior que foi de R$ 4,5 bilhões e a meta do Plano 2020/2021 que é R$ 5 bi.

Valdecir Tose deu destaque para a forma como o BASA observa os riscos socioambientais dos empreendimentos que solicitam financiamentos à Instituição. Ele ressaltou que o Banco observa em seus processos as áreas irregulares (Posse precária ou Titulação irregular), áreas embargadas, unidades de conservação (UC’s, índigenas, quilombolas), assentamentos, imóveis em áreas desmatadas ilegalmente após 2008, trabalho escravo e/ou Infantil.

De acordo com o presidente Valdecir, essa verificação ambiental é feita por meio de processo de georreferenciamento e avaliação pelo aplicativo Terras, desenvolvido pela startup de mesmo nome. “São analisados 28 itens de forma automatizada e automática”, revelou. O aplicativo Terras permite ao proponente do crédito rural, tanto do oriundo do PRONAF quanto do agronegócio empresarial, incluir propostas com informações de cadastro pessoal, da propriedade e da área a ser financiada para uso nas análises das operações.

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, demonstrou satisfação em conhecer o trabalho do Banco da Amazônia e, em especial, da startup Terras. Falou que neste momento em que investidores nacionais e internacionais cobram medidas de preservação ambiental na Amazônia, ele observou que o BASA está realizando um relevante trabalho no que concerne à rastreabilidade, compliance, e afirmou que o Conselho da Amazônia vai entrar em contato com a equipe do BASA para obter informações do banco de dados disponível através do aplicativo. “Fiquei muito satisfeito de ver o trabalho do Banco e principalmente a meticulosidade com que está sendo conduzido”, exclamou o vice-presidente da República que também ratificou o firme e inadiável compromisso do Estado Brasileiro com a proteção, preservação e desenvolvimento da Amazônia.

Em função das medidas de prevenção à pandemia de Covid-19, o evento foi realizado de acordo com as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), em caráter fechado para um público restrito de convidados, mantendo o distanciamento social.

*crédito das imagens – ASCOM/SUDAM

Micro Empreendedores Individuais (MEIs), micro e pequenas empresas que não estão conseguindo pagar salários, comprar matérias-primas e mercadorias por conta das dificuldades impostas pela pandemia da COVID-19, já podem contratar no Banco da Amazônia (Basa) operações de crédito amparadas no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O Pronampe é a solução de crédito criada pelo Governo Federal para os pequenos que estão em sérias dificuldades financeiras impostas pelo isolamento social causado pelo COVID-19.

No Basa, os recursos do programa podem ser usados para capital de giro e têm como principal atrativo os encargos financeiros reduzidos. Com juros variáveis, compostos pela SELIC (atualmente em 2,25% a.a.) mais 1,25% ao ano. A operação poder ser contratada apenas com o aval dos sócios, reduzindo, assim, os custos cartorários e o tempo para a operação do negócio.

“O objetivo da linha de crédito é apoiar financeiramente as empresas da região, garantindo que elas tenham fôlego para superar esse período da pandemia, mantendo os empregos, sem encerrar as suas atividades”, pontua José Alex Aires dos Santos, gerente de Produtos e Serviços do Banco da Amazônia. Além dos juros baixos, o que também garante esse fôlego ao negócio é o prazo alongado para se quitar o financiamento. O empreendedor tem 36 meses para quitação, já incluindo a carência de oito meses para o iniciar o pagamento.

QUEM PODE CONTRATAR

Podem contratar as operações amparadas no Pronampe, os MEIs com receita igual ou inferior a R$ 81 mil, micro empresas com receita igual a R$ 81 mil ou inferior a R$ 360 mil e pequenas empresas com receita superior a R$ 360 mil e igual ou inferior a R$ 4,8 milhões. Essas informações estão presentes na carta encaminhada pela Receita Federal às pessoas jurídicas, de acordo com a pprtaria RFB nº 978, de 8 de junho passado. De posse da informação oficial, já é possível procurar o Banco da Amazônia.

Empresas com mais de um ano de funcionamento, o valor máximo a ser concedido é de até 30% do valor bruto informado pela Receita Federal. E, para quem tem menos de um ano, o valor será de até 50% do capital social ou até 30% do faturamento mensal apurado desde o início da atividade, o que for mais vantajoso para o empreendimento. Em ambos os casos, será considerada a margem disponível no limite de crédito apurado de acordo com a Política de Crédito do Banco da Amazônia.

Para conseguir o crédito, o tomador deve preservar o quantitativo de empregados de sua empresa em número igual ou superior ao que tinha até o dia 18 de maio de 2020, data em que Governo Federal publicou a Lei nº 13.999, do Pronampe. E o empreendedor também não pode ter condenação relacionada a trabalho em condições análogas as de escravo ou infantil.

Por conta da pandemia, o Banco da Amazônia segue com medidas protetivas em suas unidades. Assim, a instituição recomenda que, antes de ir até uma de suas agências, o empreendedor procure agendar um horário para atendimento com o gerente de Relacionamento ou gerente Geral da agência. Para saber mais sobre o assunto, acessar www.bancoamazonia.com.br.

Do total dos recursos, R$ 3 bilhões serão destinados à agricultura familiar, micro e pequenos produtores dos oito estados onde o Basa atua na Amazônia Legal

Responsável por cerca de 64% do crédito de fomento aplicado no Norte do país, segundo dados do Banco Central, o Banco da Amazônia (Basa) dá prosseguimento as suas estratégias de mercado para manter-se firme na liderança regional quando o assunto são operações de financiamento com recursos de fomento. Na terça-feira, 30 de junho, a Instituição deu mais um passo importante neste sentido, ao lançar o Plano Safra 2020-2021, cujos recursos alcançam R$ 5 bilhões para investimentos nos setores agrícola e pecuário.

O lançamento ocorreu por meio de um webinar feito no canal do Youtube do banco, com a participação do presidente e do diretor Comercial e de Distribuição, respectivamente, Valdecir Tose e Francimar Maciel. Foram convidados para participar do evento a subsecretária de Fundos e Incentivos Fiscais do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), Karen Teles, o diretor de Crédito e Informação da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Wilson Araújo, o segundo vice-presidente de Finanças da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Muni Lourenço Júnior, e o consultor de crédito e desenvolvimento rural do Instituto Conexões Sustentáveis (Conexsus), João Guadagnin.

Em alinhamento com o Plano Safra 2020-2021 do Governo Federal, os valores do Basa para o Plano Safra que iniciou nesta quarta-feira, dia 1º de julho, e vai até o dia 30 de junho do próximo ano, serão aplicados em empreendimentos localizados nos nove estados da Amazônia Legal onde a empresa tem unidades, no caso, Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Dos R$ 5 bilhões disponíveis, R$ 2 bilhões serão para os médios e grandes produtores e R$ 3 bilhões para os produtores de micro e pequeno porte, sendo R$ 600 Milhões para a agricultura familiar. Esses recursos são 25% maiores que o Plano Safra anterior do banco.

                “A despeito das restrições impostas pela pandemia da COVID 19, o Banco da Amazônia apresentou um crescimento de 37,5% em suas aplicações no primeiro semestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano passado. Já financiamos R$ 4,4 bilhões este ano, o que nos leva a ter as melhores expectativas para este novo Plano Safra, onde esperamos um aumento de 4% para a pecuária e de 7% a mais para a agricultura, no que concerne à produção desses setores. E para esse crescimento os produtores podem contar com os recursos do Banco da Amazônia”, ressaltou Francimar Maciel.

TAXAS REDUZIDAS PARA O PRODUTOR RURAL E AGRICULTOR FAMILIAR

Para deixar o crédito ainda mais atrativo ao empreendedor, o Basa praticará redução das taxas de juros anuais para o Plano Safra 2020-2021. Para se ter ideia da medida, as taxas do Pronaf que estavam entre 3 a 4,6% no período anterior, passaram a vigorar no novo Plano Safra com uma variação entre 2,75% a 4%, a depender do que irá ser financiado. Algumas linhas de financiamento para a agricultura familiar contam com taxas de 0,5% (Pronaf A e B) e de 1,5% (Pronaf A/C).

As taxas de custeio do FNO também sofreram redução, passando de 5,55% para 4,44% aos produtores com receita bruta anual até R$ 16 milhões, um decréscimo de mais de um ponto percentual. O médio e o grande produtor também foram beneficiados com a diminuição dos percentuais das taxas, alcançando entre 4,58% e 4,86% ao ano, para investimento e custeio, respectivamente.

                “Comparando as taxas aplicadas pelo Basa com outros fundings disponíveis no mercado, como a CPR, a LCA e outros recursos obrigatórios, o FNO segue como o melhor recurso para a tomada de crédito no agronegócio, oferecendo aos produtores vantagens nas taxas que chegam a ser de 15 a 25% menores que as praticadas por outras instituições financeiras”, enfatizou o diretor Comercial e de Distribuição do Banco da Amazônia.

INOVAÇÕES PARA FACILITAR O ACESSO AO CRÉDITO

Durante o webinar, também foram relatadas as inovações feitas pelo Banco da Amazônia nos últimos meses para facilitar o acesso ao crédito. Uma das novas medidas destacadas foi a hipoteca abrangente para operações rurais, que dá ao produtor a opção de eleger um ou dois imóveis para fazer uma espécie de garantia abrangente com esses bens. Com isso, é possível usar essa hipoteca em cada nova operação contratada, reduzindo o tempo e o custo da operação.

Outra inovação relatada no evento foi a “cédula de 5 anos”. Feita para as operações de custeio, ela permite ao produtor, a cada renovação de uma operação desse tipo de crédito, a usar a cédula por um prazo de cinco anos, sem necessidade de fazer um novo instrumento de crédito, cabendo ao banco fazer somente aditivos à cédula já contratada, o que torna o processo mais simplificado.

Ainda sobre inovação, o Basa também lançou a opção de o produtor fazer o custeio pré-safra, onde ele tem, no limite de crédito aprovado, um portfólio para usa na safra e na pré-safra. Com isso, o produtor rural e, em especial o agricultor familiar, pode comprar produtos e insumos para sua lavoura com preços mais em conta, pois esse tipo de custeio permite antecipar a contratação de crédito e liberar as parcelas para que as compras do produtor ocorram no melhor período de custo e de preço.

PLATAFORMAS DIGITAIS AGILIZAM A CONCESSÃO DO CRÉDITO

Os representantes do Banco da Amazônia também destacaram o processo de transformação digital que a Instituição vem vivenciando ao longo dos últimos anos e que precisou ser acelerado por conta da pandemia de COVID 19. Foi citada, ainda, a criação do aplicativo Sua Conta Basa, que pode ser utilizado por empresas e por clientes pessoas físicas. O app permite ao cliente adiantar seu cadastro junto ao banco, enviar os documentos solicitados pela instituição sem precisar ir até uma agência. Também foi abordado sobre o aplicativo Simulador do FNO, que possibilita simular operações de crédito com esse fundo de forma simples e verificar as condições mais vantajosas para o financiamento.

Outro destaque foi dado para o Terras Pronaf, que permite a análise socioambiental de propriedades rurais a partir de imagens feitas por satélite. A plataforma tornou as operações do Pronaf mais ágeis, pois substituiu as visitas que eram feitas às propriedades para fazer esses levantamentos in loco.

Os representantes do Banco da Amazônia falaram, ainda, sobre o Terras para o agronegócio, que emite, dentre outros dados, as áreas de uso e de reserva legal de forma automática e ágil. Outra informação dada durante o webinar para divulgar o Plano Safra 2020-2021 do Banco da Amazônia foi sobre a concessão e a renovação de operações de custeio que, hoje, levam de dois a cinco dias após a aprovação de limite, pois o processo ficou mais simplificado. Antes, esse tipo de operação levava entre 15 e 20 dias em média.



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