Biodiversidade e agricultura de mãos dadas




Ultimamente, um dos termos mais utilizados no universo dos investimentos é ESG (Environmental, Social and Governance), uma expressão utilizada quando são incorporadas questões ambientais, sociais e de governança como critérios de análise. E hoje, esse termo está no topo das prioridades corporativas, especialmente no Brasil, onde a biodiversidade e a agricultura estão dando as mãos.

E mesmo em tempos tão difíceis, de acordo com cientistas que participarão da 15ª Conferência das Partes UN Biodiversity Conference (CBD COP 15), que ocorrerá em outubro na China, é possível reverter a perda da biodiversidade, desde que haja uma união de esforços de conservação, restauração e uma transformação completa no modo de produzir e consumir os alimentos.

Entretanto, é primordial a cooperação com os fazendeiros, povos indígenas e comunidades locais, para que essa união possa beneficiar a biodiversidade, os ecossistemas e, ao mesmo tempo, produzir alimentos mais nutritivos e saudáveis para todos. Com esse trabalho conjunto, superfícies agrárias passam a ter mais condições de fornecer ambientes propícios para a diversidade biológica, manter unidas áreas de preservação e, consequentemente, aumentar a capacidade de produção.

Pensando nisso, elencamos aqui três ações que podem fazer a diferença no seu negócio.

A fertilização e o condicionamento dos solos são áreas do manejo agrícola que permitem diferentes ações sustentáveis. Dentre os fertilizantes naturais mais conhecidos, podemos destacar a adubação verde, o composto orgânico, a farinha de ossos e torta de mamona.

Um dos aspectos ambientais mais críticos para o agronegócio é constituído pelos elevados números referentes ao volume de água consumida pelos processos de irrigação. A telemetria pode otimizar a eficiência dos processos de irrigação da lavoura com economia de milhares de litros de água. Associada aos sistemas de aplicação de água por gotejamento, é possível obter uma economia de água considerável.

Fontes de energia renovável contemplam os princípios básicos de sustentabilidade e de preservação da biodiversidade, que devem ser praticados no agronegócio. Com a sua utilização, é possível fortalecer a integração do produtor com o ambiente onde vive.

Nós, do Banco da Amazônia, incorporamos a preocupação com o desenvolvimento sustentável em nossa missão e a estratégia de longo prazo traduzida nos compromissos firmados com a Agenda 21 Brasileira, buscando conciliar o social, o econômico e o ecológico, num conjunto de ações integradas que possam levar a sociedade amazônica a níveis de evolução jamais atingidos pelas estratégias fragmentadas de desenvolvimento até então praticadas.

Dessa forma, o banco, além de ser executor das políticas, planos e programas de governo, torna-se uma instituição indutora e formuladora ativa do processo de desenvolvimento sustentável para a Amazônia.

Saiba mais aqui: https://www.bancoamazonia.com.br/



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