Parceria entre o Banco da Amazônia e a Conexsus tem como objetivo a inclusão social e bancária das comunidades tradicionais da região


Alcançar o desenvolvimento de uma região que tem pouco ou quase nenhum acesso às linhas de crédito, investir em produtores que têm como objetivo extrair de forma sustentável e trabalhar a capacitação desses produtores é o objetivo da parceria entre o Banco da Amazônia (Basa) e a Conexsus – Instituto Conexões Sustentáveis.

O acordo firmado traz possibilidade do crédito chegar em lugares antes de difícil acesso. O objetivo é levar mais de R$30 milhões de reais para as comunidades ribeirinhas, quilombolas e das ilhas da região até o final de 2021. “Para o Banco da Amazônia, manter essa parceria com o Instituto é importante para o desenvolvimento de forma sustentável da nossa região, fazendo com que o crédito chegue a todo mundo, sem distinção da geografia onde eles vivem”, completou o gerente executivo de Pessoa Física do Basa, Luiz Lourenço.

A mão de obra utilizada para cadastrar as comunidades tradicionais são todas locais, esse ano já estão sendo treinados 68 agentes de crédito, cada agente atenderá cerca de 50 produtores por mês. O BASA espera atender e fomentar a economia local com o objetivo de garantir a floresta nativa e desenvolver a região.

A Conexsus – Instituto Conexões Sustentáveis está há mais de quatro anos no mercado e mantém parcerias com mais de uma centena de cooperativas e associações de extrativistas, pescadores e agricultores familiares da Região Amazônia, estas parcerias viabilizam a identificação de técnicos da área das ciências agrárias com conhecimento técnico dos sistemas produtivos locais.

Para a Diretora da Conexsus, Carina Pimenta, o modelo de microcrédito é inovador porque aproxima as organizações econômicas socioambientais, as unidades familiares de produção, os técnicos das localidades indicados por organizações econômicas locais, as agências do Banco da Amazônia, as organizações não governamentais e, em muitos casos, as empresas compradoras de produção dos extrativistas e agricultores familiares de Região Amazônica. “O esforço deste conjunto de atores, liderados pelo Banco da Amazônia e Conexsus, objetiva interiorizar o crédito rural do Pronaf com redução dos custos indiretos para os extrativistas, pescadores e agricultores familiares que buscam os financiamentos. Vamos ampliar o número de unidades de produção que praticam o extrativismo sustentável com apoio de técnicos, educação financeira e crédito rural oportuno, adequado e suficiente”, complementa a diretora.

O trabalho desse novo momento do instituto espera atender mais de 4 mil famílias até 2021, trazendo mais crédito para pessoas que não tinham acesso e promovendo mais empregos na região.

Doações serão feitas no dia 30/12 e ajudarão 16 fundos em 4 estados da Amazônia Legal


Pelo quarto ano, o Banco da Amazônia (BASA) vai destinar 1% do Imposto de Renda do exercício atual para os Fundos de ajuda e amparo a crianças e adolescentes e a idosos. Foram escolhidos 16 fundos em quatro estados da Amazônia Legal (Acre, Tocantins, Rondônia e Mato Grosso) para receber as doações no valor de R$1,3 milhão.

De acordo com o secretário executivo, Alcir Erse, o BASA já destinou aos dois fundos mais de R$5 milhões desde 2017, quando foi realizada a primeira doação.

“Temos a missão de desenvolver a região de forma sustentável com crédito e soluções eficazes, atuando de forma responsável de acordo também, com sua visão, valores e princípios para a criação de uma sociedade mais justa, seja nas práticas de governança, nos programas internos, na inclusão bancária das classes de menor renda ou nos financiamentos de projetos de importância para a região”, explica o secretário.

A instituição está fazendo a sua parte para a diminuição das diferenças sociais que o Brasil tem. “O Banco, como uma das instituições financeiras de maior importância da Amazônia, deve sim se movimentar para tentar diminuir essas diferenças econômicas e sociais que, infelizmente, são tão latentes na nossa região”, complementa.

De acordo com a Gerente de Parcerias Corporativas do Hospital do Amor, Gabriela Gama, as doações do Banco da Amazônia nos últimos três anos foram importantíssimas. “É por meio de doações como essas que o Hospital mantém suas portas abertas para o tratamento oncológico de pacientes do SUS. Mais importante que o valor doado, poder contar com a parceria do BASA nos fortalece como instituição e nos possibilita continuar nossas atividades. As doações são direcionadas para o custeio das atividades do Hospital e impactam diretamente todos os pacientes atendidos pelo projeto.”

As instituições beneficiadas neste ano serão:

Da Infância e Adolescência

No Acre:

– Fundo da Criança e do Adolescente de Cruzeiro do Sul

– Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Sena Madureira

– Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Rio Branco

Rondônia:

– Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Porto Velho

– Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Ji Paraná

– Hospital do Amor Amazônia, localizada em Porto Velho (RO)

Tocantins:

– Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Araguaína

– Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Paraíso do Tocantins

Mato Grosso:

– Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Guiratinga

– Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Rondonópolis

– Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Nova Mutum

– Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Lucas do Rio Verde

– Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Cuiabá

Fundos de Direitos de Idosos:

– Fundo Municipal dos Direitos do Idoso de Ariquemes (RO)

– Fundo Municipal dos Direitos do Idoso de Gurupi (TO)

– Conselho Municipal do Idoso de Várzea Grande (MT)

– Fundo Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa de Tangará da Serra (MT)

– Hospital do Amor Amazônia, que atende os estados de Rondônia, Tocantins e Acre.


Para saber mais, acesse o site www.bancoamazonia.com.br


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BASA divulga crescimento de 30,7% nas aplicações no Plano Safra


Uma das principais alavancas de crescimento econômico da Amazônia é o Agronegócio, que é apoiado pelo atual Plano Safra, que vai de julho de 2020 a junho de 2021.

O Banco da Amazônia reportou que entre julho e novembro deste ano já alcançou o volume de R$ 2,4 Bilhões, o que representa um crescimento da ordem de 30,7% em relação ao mesmo período do Plano Safra anterior (2019/2020).

Houve crescimento de 40% nas aplicações de custeios e 20% nos investimentos, quando comparado com os números de 2019/2020 para essas finalidades.

De acordo com o Gerente Executivo de pessoas físicas do Banco da Amazônia (BASA), Luiz Lourenço, o Plano Safra 2020/2021 da instituição financeira destinou um volume de mais de R$ 5 bilhões, sendo R$ 3 bilhões destinados aos menores produtores (agricultura familiar, mini e pequenos produtores) em todos os estados da Amazônia, alcançando mais de 450 municípios.

“Esse importante crescimento das aplicações do Plano Safra 2020/2021 mostra o compromisso do Banco da Amazônia com esse importante segmento da economia da nossa região. Esse crescimento nas aplicações reflete diretamente as iniciativas de desburocratização do crédito rural, bom como a modernização tecnológica que possibilitou atender os produtores com mais celeridade e eficiência e nos deixa muito otimistas para fechar o Plano Safra com a marca recorde de R$ 5 bilhões aplicados no Agronegócio da Amazônia”, destaca Luiz Lourenço.

Gerente Executivo de Pessoa Física, Luiz Lourenço

Para o  agropecuarista do Estado do Acre, Jorge Moura, o crédito do Basa salvou a sua fazenda que estava passando por várias dificuldades financeiras por conta da pandemia. “O Plano Safra veio só para ajudar. Tudo muito bem planejado, bem fundamentado. O dinheiro chegou em ótima hora, a taxa de juros é boa e não é complicado conseguir. Já consigo até me organizar para o futuro, vou aplicar para construir uma fábrica de ração na minha fazenda, tudo isso graças ao plano e à ajuda do BASA”, complementa o agropecuarista.

Agropecuarista Jorge Moura em sua plantação de soja

O Plano Safra também possibilita grandes produtores a investir em suas fazendas, como foi com o fazendeiro Felipe Baledreri de Paragominas, no Pará. “O plano Safra possibilitou a execução do projeto de fertilidade das nossas áreas de plantio. Através de Consultoria técnica especializada investimos fortemente em análise de solo, aplicações de corretivos (calcário), fosfatagem, intervenções pesadas de calcário com grades e palhadas, onde aumentou os níveis de fertilidade do solo e com a mesma área foi possível produzir muito mais”, destacou o Felipe Baledreri.

Para ter acesso ao crédito rural no BASA, o produtor pode procurar uma agência do Banco da Amazônia, ou mesmo acessar as plataformas digitais para contato com o banco. O Plano Safra do BASA tem as melhores taxas e prazos para a Região Norte, sem incidência de IOF, com limite pré-aprovado e a liberação do crédito rápida e no tempo certo para os produtores.

Para saber mais sobre o Plano Safra do BASA, basta acessar o site www.bancoamazonia.com.br ou contatar o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC): 0800 7277228.

Presidente do Basa fala sobre as ações do banco para o desenvolvimento sustentável

Por estar no coração da maior floresta tropical do planeta, o Banco da Amazônia preza pelo desenvolvimento sustentável na região, não somente na sustentabilidade no ponto de vista de preservação do meio ambiente, mas também na inclusão social e no fortalecimento das mais diversas comunidades. “A sustentabilidade não pode ser exclusivamente ambiental, mas precisa conjugar a população que aqui reside. A gente deve explorar esta natureza, mas explorar de forma adequada, que gere renda de forma competitiva”, diz o presidente do Basa, Valdecir Tose.

O banco, que opera há 78 anos na Amazônia, atua em uma área que abrange cerca de 28 milhões de pessoas, sejam elas amazônidas (nativas) quanto migrantes que querem empreender na região. Por tanto tempo de trabalho, o Banco da Amazônia possui o diferencial necessário para atuar de forma efetiva na Amazônia Legal, atendendo às necessidades da população. “Estamos falando de uma Amazônia extremamente diversificada. É uma Amazônia com duas grandes cidades (Belém e Manaus), além de outras capitais, médias cidades desenvolvidas, regiões com IDH extremamente baixo, regiões de preservação total e regiões já com exploração de atividade produtiva há mais de 40 anos. Temos que respeitar a biodiversidade e a realidade local. Por conhecermos tudo isso, temos um diferencial importante”, salienta Tose.

A tecnologia é uma aliada fundamental para a sustentabilidade. Uma das iniciativas lembradas pelo presidente é o aplicativo Terras, feito pelo Basa em parceria com uma startup local. “O Banco da Amazônia respeita muito a biodiversidade da Amazônia. Para concessão de créditos em diversas áreas, principalmente para o crédito ao produtor rural, contamos com uma importante ferramenta, que é o Terras. Com ele, além de fazer o mapeamento da área, verificamos 25 indicadores automaticamente. Por exemplo: o aplicativo informa se houve naquela área desmatamento pós-2008, se o empreendimento respeita as áreas de preservação permanentes, se tem proximidade com área indígena, se tem histórico de trabalho infantil, trabalho escravo etc. A gente tem relatório para cada financiamento, mesmo para os financiamentos de agricultura familiar”, pontua.

Por fim, Valdecir reforça a importância de apostar nos empreendimentos locais para fomentar o desenvolvimento sustentável na Amazônia: “Quando a gente fala em implantar uma nova cultura, implantar um ciclo, por exemplo, de cacau, de café ou de pecuária sustentável, nós estamos apostando, junto com esse empreendedor, num investimento em uma região nova, uma região difícil. Esse é o papel do Banco da Amazônia. É o nosso papel como um banco público estatal que trabalha com o fomento e o desenvolvimento”, finaliza.

Confira o novo episódio do Basacast:

O Banco da Amazônia (Basa), principal agente operador do FNO na Região Norte, lança nova fase de prorrogação do pagamento de dívidas do FNO para empresas do setor não rural. Com a chegada de dezembro, muitas empresas, que fizeram prorrogação automática das suas parcelas das operações de fomento do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) no início da pandemia do COVID-19, teriam que arcar com os pagamentos dos seus financiamentos em janeiro/2021. Mas com esta nova oportunidade, o Banco está permitindo, mediante adesão, novos prazos de carência às empresas nesse momento.

De acordo com o gerente de Acompanhamento de Crédito, Manoel Piedade, foi realizada uma pesquisa junto a vários setores como shopping centers, têxtil e confecções e serviços e o Banco percebeu que muitas empresas ainda não retomaram sua capacidade de geração de receitas que vinham tendo antes da pandemia. “A partir de janeiro, empresa que prorrogou dívidas em abril/2020 já deve retomar os pagamentos e dado a situação atual muitas não terão condições”, comentou.

“O Banco está permitindo mais um fôlego para essas empresas para que possam se organizar e iniciar seus pagamentos de forma mais confortável”, explicou Manoel Piedade, que ainda acrescentou: “Além de alívio nos pagamentos em 2021, também está sendo concedido uma ampliação no período de pagamento com acréscimo de 12 a 18 meses no prazo final dos contratos, dependendo do setor”.

O diretor de Crédito, Roberto Batista, afirma que o Basa tem um papel de liderança no crédito de fomento na região amazônica, sendo o responsável por cerca de 64% deste mercado. “Assim, nosso desafio na Amazônia é apoiar os setores da economia, com linhas de capital de giro para manutenção das empresas e dos empregos, e linhas de investimento para a retomada da economia”, ponderou.

Essa medida, segundo o gerente Manoel Piedade, é de mitigação de uma das maiores crises econômicas que nossas empresas estão enfrentando. Para tanto, os interessados devem acessar o site do Banco (bancoamazonia.com.br), certificar se seus contratos estão enquadrados e aderir à nova fase de prorrogação em plataforma disponibilizada no site da instituição. O período de efetivação das renegociações é até 30 de dezembro de 2020.

Mais informações podem ser acessadas no site bancoamazonia.com.br.

A ferramenta já está sendo usada pelas empresas de assistência técnica e as propostas são efetivadas em um único dia   

O Banco da Amazônia (Basa) vai iniciar em dezembro a segunda fase de implantação do aplicativo Pronaf Digital, onde será operacionalizado a linha Pronaf Custeio.  

No município de Soure, no Arquipélago do Marajó, e na Comunidade Indígena Xaari, em Boa Vista-RR, está sendo operacionalizada a primeira fase da instalação do aplicativo com a linha Pronaf B, que oferece R$ 2.500,00, atendendo principalmente as atividades de pesca artesanal e extrativismo como açaí, pupunha, bacuri e etc. Na segunda fase, com a linha Pronaf Custeio, será realizado o custeio pecuário e custeio agrícola, como o cultivo de açaí, abacaxi, arroz, cacau e mandioca, culturas predominantes na região amazônica.    

De acordo com o presidente do Banco da Amazônia, Valdecir Tose, por meio do Pronaf Digital, o Basa está fazendo inclusão social e cidadania de forma rápida, simples e objetiva para a população ribeirinha e tradicional da região amazônica. “Neste ano, vamos aplicar mais de R$ 10 bilhões em projetos sustentáveis, projetos que apoiam o desenvolvimento desta população, visto que temos 28 milhões de habitantes só na Amazônia brasileira”, comentou.  

O gerente executivo de Governança de TI do Basa, Cláudio Pinto, informa que aproximadamente há 400 clientes cadastrados atualmente na primeira fase do projeto piloto do Pronaf Digital que teve a duração de cinco meses e foi realizada na Comunidade Indígena Xaari, em Boa Vista-RR e em Soure-PA. “Em dezembro, daremos partida ao piloto da linha Pronaf Custeio, mas em seguida serão disponibilizadas também o Pronaf Mais Alimentos e Pronaf Floresta”, informou o gerente. 

O presidente Valdecir Tose informa que o Pronaf Digital foi criado para facilitar a vida de produtores rurais e agricultores familiares que utilizam as linhas de crédito de fomento do Banco, por meio das empresas de Assistências Técnicas Rurais (ATER). Segundo ele, o modo digital simplifica processos para quem mora longe de localidades urbanas com o difícil acesso de chegar até à agência. “O crédito digital facilita a inclusão e cidadania das pessoas no mercado financeiro. Com esta tecnologia, as pessoas vão interagir diretamente no aplicativo. O usuário vai ter as informações e consultas sem nem um custo. É um crédito barato, simples e fácil para o produtor”, afirmou.   

Para a gerente geral da agência do Banco da Amazônia em Soure-PA, Neuma Silva Bastos, o projeto tecnológico Basa Digital é um grande avanço e está diminuindo significativamente o tempo de resposta ao cliente, recepcionando as propostas da assistência técnica, e no mesmo dia, realizando a análise e a efetivação do crédito. Ela informa que a agência já atendeu os municípios de Soure, Salvaterra, Cachoeira do Arari e Santa Cruz do Arari, somando mais de 70 operações contratadas através do Basa Digital.  

O cliente Nilson Cardoso da Silva, agricultor familiar de Soure-PA, foi um dos beneficiários do Pronaf Digital para a construção artesanal de pequenas embarcações. “Foi uma surpresa a agilidade do processo ao crédito, antes do modo digital eram bem mais demorados os meus processos. O crédito vai ajudar bastante, pois toda a minha família sobrevive do extrativismo”.   

Sobre o Pronaf   

Com o Pronaf – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, produtores rurais, pescadores e extrativistas, têm acesso ao crédito, que gera renda e melhoria na qualidade de vida da unidade familiar.  

Mais informações podem ser acessadas no site bancoamazonia.com.br.

Live feita no último dia 17 de novembro, traz as perspectiva do Banco da Amazônia para 2021 feitas pelo Presidente Valdecir Tose. 

A Live feita com a Associação Pan Amazônica no último dia 17, trouxe assuntos relevantes para a sociedade e os municípios da região Amazônica. Temas como investimento, desenvolvimento regional e especialmente as linhas de crédito que o BASA oferece para a população em geral.
Alguns temas importantes para o planejamento do banco para 2021 foram de ampliar as unidades do Amazônia Florescer a meta é de chegar novas unidades em todos os estados, as empresas vão poder pegar crédito através do app do BASA como FNO, a digitalização do processo de crédito para facilitar a chegada desse dinheiro as empresas, a meta é de 2021 dobre o valor emprestado para chegar à R$200 milhões de reais.
Um ponto importante dito na Live pelo presidente do BASA é o compromisso do banco com empreendimentos que respeitam a preservação ambiental e evitam o desmatamento, somente seguindo essas características as empresas conseguirão os créditos oferecidos pelo banco.
Quer ver a Live? Clica no botão abaixo:

Após um período de experiência, o Banco da Amazônia dá início nesta segunda-feira, 16 de novembro, à operação plena do PIX! Os clientes do BASA já podem utilizar o serviço e usufruir de todas as vantagens que ele possibilita aos usuários. Entre essas, está a possibilidade de realizar operações de transferências de valores, pagamentos e recebimentos em um regime 24×7, ou seja, o cliente pode realizar qualquer uma dessas transações de segunda a segunda, 24 horas por dia, e em até 10 segundos.

Para cadastrar chaves e utilizar o PIX, basta atualizar o aplicativo Mobile Banking do Banco da Amazônia, disponível no Google Play e na Apple Store. Após entrar no PIX e clicar no ícone “Minhas Chaves”, é só escolher qual chave você cadastrará: CPF, em caso de pessoa física, ou CNPJ, sendo uma empresa; endereço do e-mail ou número do telefone celular. Outra possibilidade é solicitar na mesma tela uma chave aleatória, que será gerada automaticamente pelo sistema e essa poderá ser também utilizada quando o cliente for realizar qualquer uma das operações previstas no PIX.

Inicialmente está prevista uma limitação inicial no valor das transações, para que o mercado se acostume com esta nova forma de realizar uma operação financeira. Os valores iniciais de transferência e pagamentos ficarão com o limite equivalente a 50% do valor máximo das TEDs autorizadas para o cliente.

As vantagens são diversas para quem usa o PIX, como a substituição dos pagamentos de conta à vista. Quem utiliza, por exemplo, as máquinas de cartão para receber pagamentos pode agora solicitar ao cliente fazer uso do PIX. Com isso, ele reduz o custo da operação para esse cliente, pois deixa de pagar o percentual que vem embutido na transação das máquinas de cartão – que, em alguns casos, pode chegar a 3% de cada operação.

Além dessa vantagem financeira, o comerciante recebe esse valor imediatamente em sua conta. Isso porque, pelo processo das máquinas de cartão, ele leva até dois dias úteis para receber o valor em sua conta-corrente. Outro benefício é que pessoas físicas não precisarão pagar tarifas para fazer uso do PIX nas operações de transferência ou pagamentos. O PIX vem para facilitar a experiência do usuário.

Para saber mais sobre o PIX do BASA, basta acessar o site www.bancoamazonia.com.br ou contatar o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC): 0800 7277228.

Programa de microcrédito para fomentar a economia da Amazônia entra em fase de expansão.

Programa que disponibiliza microcrédito de até 21 mil reais para empreendedores urbanos e rurais entra em fase de expansão no estado, com abertura de unidades de Microfinanças no nordeste paraense, ilha do Marajó e sudeste do Pará. Só em 2020 já foram injetados na Amazônia mais de R$ 74 milhões através do programa Amazônia Florescer Digital e a meta é chegar a R$100 milhões emprestados.

As cidades de Bragança, Breves, Capanema, Tucuruí no Pará e Ariquemes em Rondônia foram escolhidas pelo Banco da Amazônia para receber novas unidades que tem como objetivo chegar em locais que tinham pouco acesso aos serviços de crédito que o banco oferece.

De acordo com o Coordenador de microcrédito para a região, Alexandre Trindade ferreira: “Essa expansão é um grande passo para o Banco da Amazônia, a chegada de crédito através dessas unidades de microfinanças é essencial para a economia das cidades e o desenvolvimento gerado é sentido através de novos empregos e satisfação dos nossos clientes”.

O cliente Paulo Souza, da cidade de Inhangapi no Pará, foi um dos beneficiados pelo programa Amazônia Florescer digital, para ele a chegada do banco fez a total diferença no seu negócio: “Com a pandemia, as coisas ficaram difíceis, o programa que o banco da Amazônia ofereceu para microempreendedores deu um fôlego a mais no meu negócio”.

Além de ajudar os microempresários, feirantes, manicures, açougueiros, comerciantes, catadores e produtores rurais o Programa Amazônia Florescer Digital disponibiliza crédito rápido e sem burocracia através de aplicativo próprio que qualquer pessoa pode baixar para o seu smartphone conforme explica o coordenador do programa de microcrédito Alexandre trindade Ferreira: “O aplicativo veio para facilitar a vida de todo mundo, e o banco aproveitou para chegar cada vez mais longe, com o processo 100% rápido e seguro, o cliente recebe a visita de um assessor para agilizar a liberação do microcrédito”, completa.

Com o objetivo de cada vez mais o Banco da Amazônia fomentar a economia, novas formas de créditos têm sido criadas para atender toda a população dessas regiões atendidas. Até o final do ano o banco deve abrir mais unidades nas cidades de Cacoal- RO, Itacoatiara-AM, Manacapuru-AM, Palmas e Gurupi no Tocantins e Itaituba no Pará.

SERVIÇO

Para ter acesso ao programa de microcrédito, você precisa ter RG,CPF comprovante de endereço e uma atividade econômica ativa, baixar o aplicativo Amazônia Florescer digital e seguir as etapas do app e agendar uma visita para começar o projeto para o microfinanciamento.

Confira abaixo dois vídeos:

1- Entrevista com o Superintendente para o Pará e Amapá do Banco da Amazônia, Edmar Bernaldino:

2 – Entrevista com Elder Júnior, cliente do Programa Amazônia Florescer:

Nesta quarta-feira (11), o Presidente Valdecir Tose deu continuidade à agenda prevista na reunião técnica que está sendo realizada em Manaus (AM), com o objetivo de debater o desenvolvimento econômico da região. Acompanhado do Superintendente Regional do Amazonas/Roraima, André Vargas, o Presidente do BASA foi um dos protagonistas na rodada de discussões e convergência de ações, juntamente com a SUFRAMA e SUDAM, expondo os desafios para alavancar a política de concessão de crédito para o Agronegócio na região AMACRO, que reúne os estados do Amazonas, Acre e Rondônia.

A região fronteiriça que abrange esses três estados reúne condições apropriadas para inserção em uma economia moderna, de alto desempenho e centrada no Agronegócio. Na ocasião, foi destacado que a AMACRO tem vocação para o desenvolvimento na Região, com ações efetivas para regularização fundiária e ambiental, presença ativa dos Estados, municípios e União, com geração de emprego e renda por meio das novas vertentes econômicas e, principalmente, no combate dos ilícitos ambientais e tráfico de drogas.

Além de reafirmar a missão e visão do BASA na Amazônia Legal, o Presidente Valdecir Tose enfatizou as potencialidades da AMACRO. “Não há hoje atividades do Agro que seja inviável na região. Em todas elas, incluindo as tradicionais e extrativistas, a estratégia é a de agregar valor com a variável sustentabilidade, tornando competitivos todos os produtos agropecuários produzidos na Região AMACRO, com assistência técnica oficial, pesquisa e tecnologia”, disse o gestor.

Promovida na sede da SUFRAMA, a reunião de trabalho contou com a presença de diversas autoridades, como parlamentares, Secretários de Estado de Produção do Acre, Amazonas e Rondônia, além de representantes da Embrapa RO e Embrapa Solos, sendo uma parte presencial e por videoconferência.



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